Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Situação Epidemiológica/Dados

O Rio Grande do Sul (RS) tem mantido um número médio de cerca de 5.000 casos novos de tuberculose (pacientes que nunca trataram tuberculose em outra ocasião), o que gera uma taxa de incidência aproximada de 40 casos para cada 100.000 habitantes. Somados a cerca de 1500 casos de pacientes em retratamento (pacientes que já fizeram um tratamento prévio), o somatório se aproxima de 6500 casos de tuberculose por ano. Assim como no mundo e no Brasil, a tuberculose no Rio Grande do Sul é um problema de saúde pública com fatores sociais arraigados na sua origem, que também devem ser considerados na tomada de decisões em saúde.

O Ministério da Saúde/Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), em 2009, redefiniu critérios para estabelecer municípios chamados de prioritários para intensificação das ações de controle da tuberculose no Brasil. Os critérios são 1) Ser capital da unidade federativa OU; 2) Apresentar população igual ou maior que 100 mil habitantes E um dos critérios: 2.1) Coeficiente de incidência superior a 80% da incidência brasileira em 2007 (32casos/100mil habitantes); 2.2) Coeficiente de mortalidade por tuberculose superior ao coeficiente nacional em 2007 (2,5 óbitos/100mil habitantes).

No RS há 15 municípios que atendem esses critérios, a saber: Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Gravataí, Guaíba, Novo Hamburgo,  Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Uruguaiana e Viamão. Somados a Caxias do Sul e Esteio (municípios prioritários para HIV com incidência considerável em tuberculose) e Charqueadas (município com incidência significativa em função da presença de várias unidades prisionais), estes municípios compreendem mais de 70% da carga de tuberculose no RS.

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Centro Estadual de Vigilância em Saúde